Arquivos Mensais: Novembro 2008

Acabei não contanto o fim do meu casamento com o Citi. Uma história curta e infeliz. Um dia, farta dos canos que eu levava dele – mais uma vez a minha conta de telefone não tinha entrado no débito automático e eles haviam descontado o valor do seguro que eu havia cancelado – resolvi dar um fim na história. Fui até o Citi no meu horário de almoço decidida de que aquele seria nosso último encontro. Fui atendida pela moça da recepção, porque acho que perdi importância para ele, e agora eu era só uma mulher chata e exigente, e não mais uma pessoa disposta a investir naquela relação. Pois bem, paguei os tais R$ 50,00 do seguro cancelado para não ter mais problemas, e assinei o cancelamento do débito automático da conta da Claro, débito que nunca havia sido feito na minha conta, o que me ocasionou perda de pontos no meu Claro Club. Pois bem, e saí, feliz da vida com a minha decisão. E, assim, foi, a gerente não se despediu. Eu já não era mais ninguém para o Citi.

Mas eis que alguns dias depois recebo uma ligação do Citi. O tal débito automático havia entrado na minha conta, que ficou negativa por um período, o tal débito que quando eu quis que fosse feito nunca foi feito. E tive de voltar, pagar juros, assinar tudo de novo. E dar um ponto final nesta história que foi pura perda de tempo na minha vida.

Fico com o Itaú. Feliz, na medida do possível. Bancos não são todos iguais, mas todos querem a mesma coisa: o seu dinheiro ou as suas dívidas.