Arquivos Mensais: Julho 2008

Sim, meus caros, o anúncio da NET no Metro Point de hoje estava pegando fogo. Foi a primeira impressão que eu tive. E como dizem que “a primeira impressão é a que fica”… foi a que ficou. 

A empresa comprou a última página inteira do jornal, onde se lê, em cima, “Informe Publicitário”, para mim, o anúncio era a página inteira, oras, e não somente o miolo da página, onde estava o homem da Sibéria.

“Internet é Net. E se isso não for verdade, que esse anúncio pegue fogo”, era o que se lia no pseudo anúncio, dentro do verdadeiro anúncio, que era a página inteira. Olha, pra ser sincera, Internet até pode ser Net. Na parte de Internet não tenho tantos problemas assim com a empresa. O mesmo não posso dizer da TV (que falha com freqüência) e muito menos do serviço de telefonia, que me leva direto para o mundo isolado da Sibéria.

Hoje, me ligaram para saber se eu estava satisfeita com o serviço deles. Um pouco antes de uma moça me entregar o referido jornal em um farol de trânsito. Eu estava dirigindo, mas fiz questão de adiantar que não estava satisfeita, mas que não podia falar naquele momento. Pedi para que ela ligasse dali a uma hora. Isso foi na manhã de ontem. Até agora estou esperando o telefonema. É compreensível, afinal, na Sibéria, onde me encontro, é assim, as coisa demoram para acontecer e um telefonema é um grande evento.

Swaruska!

Para variar um pouquinho, resolvi também destacar o que é bom. É bom o atendimento da Flor, loja que fica na Alameda Lorena, mas que acaba de abrir um filial no Shopping Cidade Jardim. E que também tem uma loja em Ribeirão Preto. A Flor, nome gostoso, cheiroso, nome bom. A Flor tem um bom atendimento, uma coleção maravilhosa.

Havia começado assim este post, e não dei continuidade. Agora, eu posso dar. Porque o atendimento não era tão bom quanto aparentava É engraçado como um detalhe pode estragar tudo. E a Flor, que era maravilhosa, murchar.

Comprei algumas peças. Na verdade, fui para comprar uma bota. Apesar de não haver nenhuma indicação na vitrine, a vendedora me informou sobre a promoção. Se eu comprasse uma peça, recebia 20% de desconto; se comprasse duas, 30%. E se comprassse três ou mais: 40%. Portanto, escolhi mais duas peças para ter direito ao desconto maior.

Entre as peças, havia uma calça feita pra gente gigante. Tive de fazer a barra, é claro, porque daria para duas de mim, apesar de não ser tão baixa, tenho quase um metro e setenta de altura. A moça logo informou que eles faziam a barra, mas não disse, em nenhum momento, que o serviço era cobrado.

Quando fui buscar a peça, a surpresa: R$ 10,00 pelo serviço. Paguei, mas saí com uma sensação estranha. Acho que o cliente deve ser avisado de tudo, sabe? E, outra, não sei porque esse pessoal faz calça para gigantes. A estatura média da brasileira não é tão alta assim. Parece de propósito. Não estou inconformada pelos R$ 10,00, mas sim pelo fato de não ter sido avisada antes da cobrança.

Além de ter pago, a barra ficou comprida. Tive de mandar fazer novamente. E quando cheguei na loja para deixar a calça novamente, nem uma semana depois, outra surpresa: a loja estava toda com 50% de desconto, não importanto quantas peças você levasse, uma ou dez. Mais uma vez, me senti enganada. Se fosse nos EUA (eles estão anos luz a frente neste quesito, sem que para isso precisem de um Código de Defesa do Consumidor), eles devolveriam a diferença do que eu paguei uma semana antes.

Fica aí, a mensagem para a Flor.

Estava bem frio o casamento com o Citi. O Itaú ainda é presença marcante na minha vida. Mudar não é fácil. Eu e o Itaú temos muitas coisas juntos. E ele está sempre por perto. É acessível em qualquer lugar. É prático. Podemos nos relacionar de forma fácil, fácil pela Internet. Além de tudo, temos a nossa história juntos.

O Citi está tão distante e ainda por cima pisou na bola na semana passada. Descontou da conta, que eu nem sequer movimento ainda, um seguro que eu havia cancelado. E teve outra: a conta da Claro que devia estar no débito automático, não estava, e, se eu não pergunto, fico com a conta em aberto. Quando percebi, corri para o Itaú e paguei por lá.

Só não cancelei a conta, ou melhor, só não dei um fim neste casamento e devolvi as alianças porque o rapaz que me atendeu pelo telefone foi muito atencioso, o Thiago. Se não… era o fim de uma história.

* Continuação dos post “Citi ou Itaú?”.

Este sábado, dia 28 de junho, teve leilão on line da GM, de um Prisma. Idéia interessante. Para participar, era preciso se cadastrar no site da GM e responder a uma batelada de perguntas. Só faltava perguntarem o seu tipo sanguíneo. Muito bem. Cadastro feito. Eles mandariam um e-mail de confirmação e aí você poderia dar o seu lance. Perfeito? Não.

Passada uma hora… NADA. Ligamos para a GM. A moça disse que havia um congestionamento de cadastros e que eles literalmente não estavam dando conta. Não havia nada que ela pudesse fazer. Só restava esperar. Mais uma hora… NADA.

O leilão só ia até meio dia. E como o tal e-mail de confirmação não chegou até aquele horário, não pudemos dar o nosso lance certeiro.

Passou-se um dia, dois, três… NADA. Estamos esperando até agora o nosso e-mail, o tal, de confirmação. Quem sabe, para uma próxima oportunidade!

Ficamos nos sentindo meio traídos. Ficaram com os nossos dados. Todos. Um mailing bacana. E não houve retorno. Daqui a pouco, começa a chover a SPAM na nossa caixa postal.